Desde a comemoração dos 10 anos de League of Legends, que a Riot Games revelou os seus planos de expansão, introduzindo não só novidades ao nível de experiências narrativas inspiradas pelo seu universo, como a criação de spin ofs dedicados às competições de eSports.

E desde então o mundo do gaming já recebeu jogos como Valorant, que já é um sucesso, procurando competir na divisão de CS: GO. E Legends of Runeterra, o jogo de cartas que pisca o olho a Hearthstone da Blizzard. Mas há um jogo que ainda não tem nome oficial e já está a deixar a comunidade em pulgas: o Project L. Trata-se de um jogo de luta em arenas, inspirado em clássicos como Street Fighter e King of Fighters.

E muitos esperam que a Riot Games traga sangue novo e vitalidade aos eventos competitivos em torno dos fighting games. Como é conhecido, a Riot Games joga pelo seguro e sempre que investe num novo formato procura as pessoas com a maior experiência no género. League of Legends, por exemplo, foi desenvolvido pelo criador do género MOBA, quando trabalhou no mod de Warcraft 3 que daria origem ao primeiro Dota. E Greg Street, ex-Blizzard, levou a sua experiência em World of Warcraft para a construção de mais um projeto ultrassecreto, o seu primeiro MMO.

Assim, continuando a sua estratégia, para Project L a Riot adquiriu o estúdio Radiant Entertainment, conhecido por Rising Thunder, um jogo que nem chegou a alfa e já tinha sido adquirida pela dona de League of Legends. O importante a reter é que esse estúdio tinha sido fundado pelos irmãos Cannon, uma dupla muito conhecida e respeitada na “scene” dos fighting games, sobretudo pelo seu trabalho na criação do EVO, o maior evento anual de competições de combate. Além disso, criaram uma solução de software que permite uma melhor experiência online num género tão sensível a latência como os jogos de combate.

Nesse sentido, e como prevê a Sports Insider, parecem reunidos os ingredientes para a criação de um jogo de combate dentro dos padrões de qualidade que a Riot Games cunha nos seus projetos. Tem as pessoas certas para criar um jogo de um género muito querido pelos fãs de competições, que aliás elogiaram a amostra de Project L feita no ano passado. Mas os responsáveis têm também o know how de como organizar eventos de competição de grande escala e isso é algo que certamente a Riot não vai deixar passar ao lado.

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