A BETCLIC APOGEE marcou presença na última edição da ENADA, certame profissional dedicado ao universo do entretenimento e do jogo. Em Rimini (Itália), a formação internacional não se limitou a lembrar as suas ambições nas competições de FIFA: deixou claro que a sustentabilidade ambiental é a grande paixão da equipa. É por isso que decidiu abraçar uma missão que promete deixar uma forte marca nos Esports e no Gaming.

A BETCLIC APOGEE foi este ano uma das convidadas de honra da ENADA - um dos maiores certames europeus dedicados ao entretenimento e ao jogo (31 de março a 1 de abril). Em Itália, e contrariamente àquilo que é habitual em deslocações internacionais, a equipa viveu uma pausa no calendário de competições de FIFA.

Na subida ao palco, foram reforçadas as ambições da formação de Esports que junta portugueses, italianos e polacos. A recente vitória no Campeonato da Europa de FIFA, com o atleta transalpino Hhezers, é um bom exemplo deste percurso singular.

O ponto alto desta jornada em Rimini foi a apresentação do manifesto verde da equipa, que deixou claro o seu compromisso em prol da sustentabilidade ambiental: a BETCLIC APOGEE está determinada em desempenhar um papel ativo na luta contra as alterações climáticas, liderando um movimento de transformação no mundo dos Esports. Consciente da sua pegada ecológica – cerca de 500 toneladas de emissões de CO2 em 2022 - a equipa não tem dúvidas. “Acredito que podemos liderar um movimento transformador dentro da comunidade dos Esports e ajudar a criar um planeta melhor para as gerações futuras”, afirma Gonçalo Brandeiro, CEO da equipa. Há desde já alguns passos visíveis rumo a este objetivo: por exemplo, as jerseys dos atletas são fabricadas com plástico 100% reciclado. Neste domínio, Brandeiro promete mais novidades para breve.

Com um crescimento exponencial nos últimos anos, a indústria do gaming é hoje uma das maiores do planeta, mobilizando cerca de 3 mil milhões de utilizadores e gerando receitas superiores a 155 mil milhões de dólares. Só nos EUA a fatura da energia ultrapassa já os 5 mil milhões de dólares/ano, o que corresponde a 24 mil toneladas de emissões de CO2/ano - o equivalente ao consumo de 85 milhões de frigoríficos ou mais de 5 milhões de automóveis. Estes números ultrapassam todo o consumo anual de países como o Siri Lanka, Estónia ou Líbano.

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