Trata-se de um grupo de militares da Guarda Nacional preso em 21 de janeiro de 2019 após tentar tomar à força um comando desse corpo armado em um bairro popular de Caracas e não reconhecer o governo de Nicolás Maduro durante uma onda de manifestações contra o presidente socialista.

O sargento Luis Bandres, que liderou a intentona, foi condenado a 15 anos e nove meses de prisão por "motim" e "instigação", informou no Twitter o ativista Alfredo Romero, diretor da ONG de defesa dos direitos humanos Foro Penal, crítica de Maduro. Os demais receberam uma pena de sete anos e nove meses em uma audiência, acrescentou.

Parentes denunciaram que os soldados sofreram tortura durante a detenção. "Torturas graves relatadas não foram consideradas, nem investigadas", destacou Romero.

A Foro Penal denuncia que existem cerca de 240 "prisioneiros políticos" na Venezuela, incluindo mais de uma centena de militares.

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