País mais castigado da Europa pela pandemia, com quase 123.000 mortes confirmadas por covid-19, o Reino Unido foca todos os seus esforços em uma campanha de vacinação em massa iniciada em 8 de dezembro e que já chegou a mais de 20 milhões dos 66 milhões de habitantes do país, confinado pela terceira vez desde o início de janeiro.

Embora o regulador britânico tenha aprovado o uso das vacinas desenvolvidas pela Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford e Moderna, no momento somente as duas primeiras são administradas, à espera de que o laboratório americano entregue nos próximos meses as doses da terceira.

Após quase dois meses desta intensa campanha, as autoridades de saúde britânicas publicaram nesta segunda-feira resultados segundo os quais "uma só injeção da vacina da AstraZeneca ou da Pfizer (...) oferece uma proteção entre os maiores de 70 anos com uma redução de mais de 90% na hospitalização", anunciou o ministro da Saúde, Matt Hancock, em coletiva de imprensa.

"Esta é uma notícia extremamente boa", celebrou.

"Os dados detalhados mostram que a proteção obtida contra a covid 35 dias depois de uma primeira injeção é inclusive ligeiramente melhor para a vacina da Oxford do que para a da Pfizer", acrescentou, após as dúvidas expressadas por países como Alemanha, França e Espanha sobre a eficácia da vacina britânica entre os idosos.

Os conteúdos mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Brasil e fique por dentro.

Siga-nos na sua rede favorita.