"Precisamos depender de nós mesmos, de nosso exército, que é forte", acrescentou.

Devemos contar com nós mesmos, com nosso exército, que é forte", explicou Zelensky ao ser questionado sobre o possível apoio dos países ocidentais.

"Há uma ameaça hoje de que pode acontecer uma guerra amanhã", declarou Zelensky.

"Estamos completamente preparados para uma escalada", acrescentou.

Nas últimas semanas, Estados Unidos, Otan e União Europeia expressaram preocupação com os movimentos de tropas russas perto da Ucrânia, o que provoca o temor de uma eventual invasão, o que Moscou nega.

O diretor do serviço de inteligência do exército ucraniano, Kyrylo Budanov, declarou no domingo que a Rússia concentrou 92.000 soldados nos limites com a Ucrânia, como preparativo para uma ofensiva que poderia acontecer no fim de janeiro ou início de fevereiro.

Budanov afirmou à publicação americana Military Times que a ofensiva poderia implicar ataques aéreos e de artilharia, acompanhada por ações contra a cidade de Mariupol, assim como incursão pelo norte através de Belarus.

Desde 2014, a região leste da Ucrânia é cenário de uma guerra entre Kiev e os separatistas pró-Rússia, conflito que deixou 13.000 mortos. O conflito começou pouco depois da anexação da península da Crimeia por Moscou.

A Rússia é acusada de entregar armas e reforçar os separatistas, o que Moscou nega.

Superado no conflito em 2014, o exército ucraniano apresenta hoje uma imagem melhor, graças à experiência de combate adquirida e aos melhores equipamentos recebidos de seus aliados ocidentais.

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