"Um sentimento que mistura o alívio por receber a primeira dose e estar mais próximo da imunização, e a esperança de que a vacinação chegue rapidamente a todos e avance por todo o mundo", disse o técnico de 59 anos, citado em comunicado da CBF.

"A ciência e a medicina são fundamentais para nossa vida e nosso futuro. Vacina sim!", acrescentou.

Adenor Leonardo Bacchi, mais conhecido como Tite, teve a primeira dose da vacina chinesa CoronaVac aplicada no Rio de Janeiro, no primeiro dia de vacinação dos profissionais de educação física com mais de 59 anos na cidade.

O técnico deve receber a segunda dose em 3 de maio, para completar a imunização contra o vírus que já deixou mais de 330 mil mortos no Brasil, número superado apenas pelos Estados Unidos.

Com recordes de óbitos, hospitais à beira do colapso e uma vacinação que avança lentamente, o país vive o pior momento da pandemia.

Sob o comando de Tite, a seleção deve voltar ao campo em junho para disputar duas partidas válidas pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo do Catar-2022 e a Copa América-2020, que será sediada por Argentina e Colômbia.

Líder com pontuação perfeita em quatro partidas nas eliminatórias, a seleção buscará manter a liderança quando receber o Equador em 3 de junho e visitar o Paraguai no dia 8, de acordo com o calendário da Conmebol.

As datas de junho podem ter alterações devido à suspensão da data Fifa de março, adiada pela recusa dos clubes europeus em liberar seus jogadores às seleções por causa da pandemia.

No mês passado, o Brasil devia enfrentar a Colômbia em Barranquilla e jogar o clássico sul-americano com a Argentina em Recife. Ainda não se sabe oficialmente quando ocorrerão essas partidas.

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