As petições, que ficam abaixo do recorde de 376, registrado em 2016, dizem respeito a 234 pessoas e 95 organizações, observou o Instituto Nobel.

Os nomes dos candidatos são mantidos em segredo, mas os patrocinadores de um candidato - parlamentares, ministros de todos os lugares, alguns professores universitários - podem dizer publicamente quem é seu apadrinhado.

Entre os candidatos mais conhecidos estão a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Aliança das Vacinas (Gavi) e a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi), todos na linha de frente da luta contra a covid-19, uma pandemia que tem atormentado o planeta há um ano.

Também participam da corrida o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seu genro Jared Kushner, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o príncipe herdeiro dos Emirados, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, que têm papéis de liderança na promoção da paz em Oriente Médio, lutando pela reaproximação entre Israel e os países árabes.

A proposta de premiação não requer condições especiais, além das candidaturas terem sido apresentadas até 31 de janeiro.

Outros candidatos bem conhecidos incluem a OTAN, ativistas pró-democracia em Hong Kong, a Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), uma campanha para banir "robôs assassinos" e o movimento de 'escoteiros'.

O comitê do Nobel anunciará o vencedor em 8 de outubro.

Em 2020, foi premiado o Programa Mundial de Alimentos (PMA), a maior organização humanitária do mundo na luta contra a fome.

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