O terremoto foi sentido no centro e norte da Grécia.

De acordo com as primeiras informações do observatório geodinâmico de Atenas, o epicentro foi localizado 21 quilômetros ao sul da localidade de Elassona, perto de Larissa, e a 350 km de Atenas.

Pelo menos cinco tremores secundários de magnitudes entre 3,4 e 5,7 foram sentidos na hora seguinte.

Um dos feridos está em estado grave após ser atingido por fragmentos de uma parede que caiu em Larisa.

As cidades de Damasi, Mesohori e Tyrnavos, onde há uma grande falha, são as mais atingidas, segundo os especialistas.

Na região da Tessália, mais de uma centena de edifícios foram afetados, incluindo igrejas e escolas, de acordo com as primeiras estimativas comunicadas à AFP pelo governador, Costas Agorastos.

"Foi um terremoto muito forte. As torres das duas igrejas foram seriamente danificadas. As casas em Damasi são velhas e estão danificadas", disse um morador de Larisa à rádio.

A Grécia é atravessada por grandes falhas geológicas e os terremotos são frequentes, especialmente no mar, e a maioria não causa vítimas.

O último terremoto mortal na Grécia, de magnitude 7, data de 30 de outubro de 2020 no Mar Egeu, entre a ilha grega de Samos e a cidade turca de Izmir.

Dois adolescentes perderam a vida na ilha grega, enquanto, na Turquia, o terremoto deixou 114 mortos e 1.035 feridos.

O terremoto mais mortal das últimas três décadas na Grécia foi o terremoto de 1999 perto de Atenas, com uma magnitude de 5,9 e que matou 143 pessoas.

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