O epicentro do terremoto foi a uma profundidade de 8,7 km, "no mar, 405 km a sudeste de Atenas, às 09h24 GMT" (6h24 de Brasília), segundo nota do Observatório de Atenas.

Há 15 dias, outro terremoto em Creta deixou um morto e uma dúzia de feridos.

"Uma parte de uma igreja na localidade de Xirokambos desabou e houve deslizamentos de terra", disse Spirus Georgiou, porta-voz da Defesa Civil, observando que no momento nenhuma vítima foi registrada.

O sismólogo Efthymis Lekkas afirmou à rádio Skai que "algumas casas antigas foram danificadas".

"O epicentro do terremoto foi no mar, longe das áreas habitadas", destacou o sismólogo Gerassimos Papadopoulos, que disse haver "risco de tsunami, como costuma acontecer após um forte terremoto".

Cerca de dez minutos após o terremoto, outro movimento sísmico de 4,5 de magnitude foi sentido na ilha de Karpathos, no arquipélago do Dodecaneso, perto de Creta.

Os habitantes de muitas cidades de Creta foram às ruas, segundo imagens transmitidas pela televisão.

O prefeito da cidade de Sitia afirmou que a sede da prefeitura havia sofrido alguns danos.

A prefeitura de Creta ordenou o fechamento das escolas.

Terremotos são frequentes na Grécia, uma vez que o país é atravessado por grandes falhas geológicas.

Em 3 de março, o centro da Grécia foi atingido por um terremoto em Elassona, deixando um morto e dez feridos, além de extensos danos.

Em 30 de outubro de 2020, um terremoto de magnitude 7 sacudiu o Mar Egeu entre a ilha grega de Samos e a cidade turca de Izmir, matando 114 pessoas na Turquia e duas em Samos.

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