No entanto, mesmo com a economia começando a se recuperar das paralisações causadas pela emergência da covid-19, ainda existem 8,4 milhões de empregos a menos do que antes da pandemia, disse o governo.

"O crescimento do emprego foi generalizado em março, com ganhos no setor de lazer e hotelaria, educação pública e privada e construção", declarou o escritório de estatísticas em um comunicado.

Esses números superam as expectativas dos analistas e refletem que a recuperação com a campanha de vacinação e a melhora nas perspectivas tem sido mais generalizada do que o inicialmente projetado.

O desemprego é um sinal vital sobre o estado da economia e o dinamismo da recuperação, e o presidente dos EUA, Joe Biden, deve discursar nesta sexta-feira sobre os números.

De acordo com o governo, "essa melhora no mercado de trabalho reflete a continuidade da retomada da atividade econômica que havia sido restringida pela pandemia".

Em relação às cicatrizes deixadas pela crise, as estatísticas mostram que o número de desempregados de longa duração - sem emprego há mais de 27 semanas - ficou em 4,2 milhões, quase inalterado em relação ao mês passado.

Desde fevereiro de 2020, antes do início da crise sanitária e quando o desemprego era de 3,5%, esse grupo somava 3,1 milhões de pessoas a menos.

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