"O que eu quero contar é uma cena de terror que eu acabei de passar, que eu nunca passei na minha vida e jamais imaginaria que um dia eu fosse passar por isso", afirmou o jogador de 36 anos através das redes sociais.

O atacante contou que foi fechado por "dois ou três carros" quando parou em um semáforo ao se dirigir ao hotel onde está hospedado na cidade de Santos, após disputar a partida na qual o Peixe foi derrotado em casa pelo Athletico por 1 a 0.

Seguindo com o depoimento, disse que "cerca de dez pessoas" começaram atacar seu veículo e a fazer ameaças de morte.

"Não tinha para onde correr. Começaram a quebrar meu carro, chutar, amassar. Falavam que eu ia morrer. Aquela tortura que eles fazem quando as coisas não vão bem. Isso me deixou extremamente triste, chateado Se quiser ir no CT, qualquer lugar cobrar, xingar. Mas agredir, quebrar carro, tacar o terror. Isso não cabe mais no futebol", destacou.

O ex-jogador do espanhol Real Betis e do holandês PSV Eindhoven explicou que "felizmente" encontrou um policial que o acompanhou até o hotel.

Em nota, o Santos criticou o que aconteceu com Tardelli e "outros integrantes do elenco", que não identificou e que também receberam "ameaças, perseguições, emboscadas e atos de predação".

"O Santos FC repudia veementemente a atitude de vândalos travestidos de torcedores e ressalta que dará todo o apoio para que as medidas legais sejam adotadas para o reconhecimento e a punição dos agressores", afirmou.

Atualmente o time santista está atravessando uma temporada conturbada em meio a uma crise financeira. Foi eliminado nas quartas de final da Copa Sul-Americana, está em 13º no Brasileirão e já teve quatro treinadores neste ano.

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