"Os três países acordaram que o Sudão organize uma reunião o mais rapidamente possível para apresentar à União Africana um relatório sobre a forma de avançar de forma tangível nestas negociações", indicou o Ministério de Irrigação em um comunicado.

Esta cúpula ministerial marcará a retomada das discussões, depois da paralisação da negociação sobre a represa, impulsionada em 2011 pela Etiópia.

"As discussões vão durar uma semana", informou o Ministério sobre negociações que, além da União Africana, são supervisionadas por União Europeia, Estados Unidos, FMI e Banco Mundial.

A Etiópia considera a represa do Renascimento uma infraestrutura essencial para seu desenvolvimento econômico, enquanto o Egito, cuja irrigação e água potável dependem 90% do Nilo, a considera uma ameaça vital, assim como o Sudão.

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