A série irá ao ar "ainda este ano" na HBO e na plataforma de streaming HBO Max em memória ao 20º aniversário dos ataque terrorista da Al Qaeda.

"Estou orgulhoso" de poder contar "como minha cidade se viu no epicentro do 11 de setembro e da covid-19", afirmou o famoso diretor nova-iorquino, citado no comunicado.

"Com mais de 200 entrevistas, investigamos o que torna Nova York a cidade mais formidável do mundo e a diversidade de seus habitantes que contribui para isso. Durante séculos, observadores e pessoas cheias de ódio proclamaram, erroneamente, que Nova York estava morta e fedia", acrescentou o cineasta, vencedor do Oscar por "Faça a Coisa Certa" (1989) e, mais recentemente,"Infiltrado na Klan" (2018).

Lisa Heller e Nancy Abraham, co-produtoras de documentários da HBO, comemoraram essa nova colaboração com o diretor de 63 anos, que já havia trabalhado com a HBO em uma série de documentários sobre as consequências do furacão Katrina em Nova Orleans.

"Valorizamos a capacidade de Spike Lee de relatar esses eventos históricos, prestando homenagem às vítimas enquanto testemunha a força e a resiliência do ser humano", afirmaram.

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