Com estas mortes, totalizam seis os militares venezuelanos mortos em operações das Forças Armadas da Venezuela na fronteira com a Colômbia contra "grupos irregulares armados colombianos" desde 21 de março, quando foram registrados fortes confrontos na região, reportados pelas autoridades dos dois países.

Um cabo morreu após a "detonação de uma granada" dentro de um morteiro que apontava "para alvos da dissidência das Farc - Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-, no setor de El Ripial, próximo a La Victoria, Edo. Apure" (oeste, na fronteira com a Colômbia), indica o boletim ao qual a AFP teve acesso.

Momentos depois morreu no hospital militar de San Cristóbal, no estado de Táchira, um primeiro tenente que estava entre a dezena de militares feridos no incidente, segundo fontes militares.

Também foram registrados nove "terroristas" mortos em Apure, elevando a 15 o total de mortos, assim como 30 feridos, de acordo com o governo venezuelano.

O presidente Nicolás Maduro, admitiu a possibilidade de que dissidentes da desmobilizada guerrilha das Farc possam ser responsáveis por enfrentamentos com militares e ataques contra alvos civis na fronteira colombiano-venezuelana.

Os dois países, que têm uma porosa fronteira comum de 2.200 km, romperam relações depois que o governo de Iván Duque reconheceu o opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, em janeiro de 2019.

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