A declaração não mencionou a Turquia.

A ONU "encoraja os governos e povos da Armênia e do Azerbaijão a dialogar para promover a paz, estabilidade e prosperidade na região", acrescentou Guterres.

O texto também destaca a disposição das Nações Unidas em responder às necessidades humanitárias das populações afetadas pelo recente conflito de Nagorno-Karabakh, e solicita a plena cooperação das partes para garantir o "livre acesso" para a entrega da ajuda.

O comunicado foi divulgado no dia seguinte a uma declaração conjunta dos Estados Unidos, Rússia e França, co-presidentes do Grupo de Minsk, com o objetivo de reafirmar a importância deste órgão, num momento em que a Turquia pede por um novo formato de negociação em que possa participar.

O Azerbaijão, por sua vez, pediu que a França fosse excluída da mediação depois que o Senado francês votou um texto pedindo o "reconhecimento" de Nagorno-Karabakh.

Fundado na década de 1990 após a primeira guerra entre a Armênia e o Azerbaijão, o Grupo de Minsk da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) está encarregado de mediar os assuntos em relação a Nagorno-Karabakh, uma república autodeclarada de maioria armênia que faz parte do Azerbaijão.

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