"Os que continuam contando com essas restrições provavelmente teriam que pensar: estão atingindo seus objetivos com esta política? (...) Nossa resposta será evidente: esta política não está atingindo seus objetivos", afirmou o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov.

O porta-voz do Kremlin fez essas afirmações um dia após especialistas da ONU denunciarem a responsabilidade da Rússia no envenenamento, em agosto, do líder opositor Alexei Navalny e pedirem uma investigação internacional.

A União Europeia, por sua vez, oficializou sanções contra quatro altos funcionários russos envolvidos nos processos judiciais contra Navalny e na repressão contra seus apoiadores.

Segundo a rede CNN, citando duas fontes próximas à Presidência dos Estados Unidos, Washington também prepara sanções contra a Rússia pelos mesmos motivos.

O opositor russo, de 44 anos, é alvo de vários processos judiciais desde que retornou à Rússia em janeiro, após cinco meses de convalescença na Alemanha por um envenenamento que, segundo ele, foi ordenado pelo presidente Vladimir Putin e pelos serviços secretos.

No domingo, Navalny foi transferido para uma colônia penal em uma região a 200 km ao leste de Moscou para cumprir uma pena de dois anos e meio de prisão.

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