Baktash Avin, de 47 anos, morreu "na prisão de Evin, em Teerã, depois que as autoridades iranianas se ocuparam dele tarde demais, embora as autoridades penitenciárias tenham alertado sobre a deterioração de seu estado de saúde", disse a RSF em um comunicado divulgado em seu site.

A RSF "pede aos relatores da ONU sobre a situação dos direitos humanos no Irã (...) que esclareçam as circunstâncias da morte de Baktash Abtin. É preciso pôr fim a estes comportamentos criminosos que se assemelham com assassinatos de Estado".

Para Reza Moini, responsável por Irã e Afeganistão na RSF, "a privação de cuidados médicos é um método usado de forma deliberada pelas autoridades iranianas para eliminar dissidentes na prisão".

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