"O estado dos hospitales não é apenas crítico, mas extremamente perigoso", declarou em coletiva de imprensa o líder conservador do estado federal, Michael Kretschmer, que descreveu a situação como "muito séria".

Este estado da ex-RDA, onde a extrema direita tem uma fonte significativa de votos, apresenta as taxas de contágio mais altas da Alemanha, chegando a 319,4 a cada 100.000 habitantes nesta terça-feira, quase o triplo da média nacional, segundo o instituto de vigilância epidemiológica Robert Koch.

Algumas cidades como Bautze alcançam taxas superiores a 500 por 100.000 habitantes.

Portanto, as autoridades decidiram implantar severas restrições até pelo menos 10 de janeiro.

As escolas e creches fecharão uma semana antes do início oficial das férias de Natal. E os comércios baixarão suas portas, exceto os que vendem produtos de primeira necessidade.

A venda de álcool está proibida e as visitas aos lares de idosos só poderão ser feitas com máscara e apresentando um teste negativo.

Embora a Alemanha tenha se saído bem na primeira onda do vírus, a segunda onda a afetou em cheio. Nesta terça-feira, registra 1,2 milhão de casos (mais de 14.000 em um dia) e superou as 19.000 mortes.

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