Embora as números no início da semana - segunda-feira foi feriado no Reino Unido - costumem ser muito baixos por um atraso nos registros, esta redução das mortes é uma boa notícia para o país da Europa mais castigado pela pandemia, com quase 127.782 mortes.

A melhora é o resultado de uma campanha de vacinação em massa lançada em 8 de dezembro que permitiu administrar uma primeira dose em mais de 39 milhões de pessoas (74,9% da população adulta) e uma segunda em mais de 25 milhões (48,9%).

Apesar de tudo, o país contabilizou nesta terça-feira 3.165 casos adicionais, o que leva o total a quase 4,5 milhões e indica um aumento dos casos em comparação com as últimas semanas.

Depois de um longo e rígido terceiro confinamento no inverno (boreal), o Reino Unido está levantando progressivamente as restrições. No entanto, a última etapa dessa desescalada, prevista para 21 de junho, está ameaçada pelo auge da variante do coronavírus detectada originalmente na Índia e denominada pela OMS como Delta.

Nos últimos dias, os especialistas alertaram sobre o risco de uma terceira onda de infecções, aumentando a pressão sobre o primeiro-ministro Boris Johnson.

"Continuaremos avaliando e vigiando os dados diariamente", prometeu seu porta-voz nesta terça-feira.

Segundo os últimos dados publicados na sexta-feira pelo Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS), a taxa de infecção continua "baixa" no país, apesar dos sinais de aumento.

Na Inglaterra, a ONS estimou que em 22 de maio 48.500 pessoas estavam infectadas com o vírus, ou seja, uma em cada 1.120.

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