Durante a busca domiciliar em 2018, os investigadores descobriram mais de 234.000 fotos e cerca de 7.000 vídeos de pornografia infantil, alguns gravados por ele mesmo.

As diversas supostas vítimas do caso fazem parte da família ou do círculo de conhecidos do policial.

Na investigação do caso, o acusado reconheceu ter "tocado" em crianças, mas negou ter realizado sexo com penetração, apesar da existência de vídeos e fotos que provam o contrário.

Preso desde março de 2018, o policial comparecerá até sexta-feira no tribunal acusado de estupro de menores e detenção, difusão e gravação de imagens de pornografia infantil, dentro de uma rede pedófila da região de Angers (noroeste).

O acusado, de 35 anos e sem antecedentes criminais, foi identificado no decorrer de uma investigação de um homem acusado por uma série de estupros e agressões sexuais.

A análise dos arquivos de seu computador permitiu chegar ao policial e revelou também uma rede de troca de conteúdos pedófilos que incentivava a gravação dos crimes.

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