Radik Taguirov, um chaveiro de 38 anos que mora em Kazan (Volga), foi preso após um trabalho "sistemático e meticuloso" da polícia, que incluiu mais de 10.000 testes genéticos, disse o comitê de investigação russo, órgão responsável por investigações criminais, em um comunicado.

Os assassinatos foram cometidos em 12 regiões diferentes da Rússia, de acordo com os investigadores.

Os restos biológicos e as pegadas encontradas nos locais dos crimes, bem como o "perfil estereotipado" dos atos cometidos pelo assassino, levaram à conclusão de que se tratava da mesma pessoa em todos os casos.

Taguirov, que havia sido julgado em 2009 por roubo, está sendo interrogado, acrescenta o comunicado.

Nos últimos anos, a Rússia foi palco de vários julgamentos de assassinato em série.

Um ex-policial siberiano, Mikhail Popkov, foi condenado à prisão perpétua depois de assassinar 78 mulheres entre 1992 e 2007. Ele estuprou e matou suas vítimas depois de lhes oferecer uma carona noturna, às vezes, fora de seu horário de trabalho, usando um carro da polícia.

Em 2007, Alexander Pichushkin, apelidado pela imprensa russa de "assassino do tabuleiro de xadrez", foi condenado em Moscou à prisão perpétua por 48 assassinatos, cometidos principalmente entre 2002 e 2006. Ele admitiu que sua intenção era matar 64 pessoas, tantos quantos os quadrados de um tabuleiro de xadrez.

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