Identificada no final de 2020, esta cepa rapidamente se tornou dominante no país africano mais atingido pela pandemia de covid-19.

Nesta quarta, os cientistas afirmaram que o plasma extraído de pessoas infectadas com a variante tem "boa atividade neutralizante", mesmo contra o vírus da "primeira onda" e potencialmente contra outras variantes que preocupam, como a brasileira.

O ministro da Saúde da África do Sul, Zweli Mkhize, disse na reunião online que esta descoberta é "uma boa notícia para todos", pois representa um grande impulso para o controle da pandemia.

"O 501Y.V2 pode produzir um alto nível de anticorpos que podem até se neutralizar", disse o virologista Túlio de Oliveira.

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