"Com este ato, que constitui a parte final da luta contra o tráfico ilícito de drogas, reafirma-se o compromisso do Estado e de suas autoridades de combater este flagelo que tanto prejudica a população, mesmo em tempos de pandemia", disse à imprensa o diretor de combate ao crime organizado do ministério, general Óscar Gonzales.

As drogas foram apreendidas entre agosto e outubro, vindas dos vales cocaleiros formados pelos rios Apurímac, Ene e Mantaro, no leste do país.

A queima das quatro toneladas de cocaína, 9,1 de pasta de cocaína e 5,7 de maconha foi realizada na presença de uma comissão fiscalizadora constituída por um procurador e agentes da Direção Antidrogas da Polícia, que atesta a pureza do droga para dar transparência à sua destruição.

Em 2019, mais de 63 toneladas de drogas foram incineradas, segundo a polícia.

De acordo com a ONU, o Peru, a Colômbia e a Bolívia são os maiores produtores mundiais de folhas de coca e cocaína.

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