O Escritório de Proteção da Constituição colocou o partido político dentro da lista de "casos suspeitos", o que lhe permite vigiar suas comunicações ou introduzir informantes entre suas fileiras, segundo essas fontes.

Esta vigilância não afetaria os deputados e candidatos nas próximas eleições, que ocorrem daqui a sete meses.

Porta-vozes do partido declararam nesta quarta-feira que tomarão ações legais para impedir a aplicação desta medida.

O partido AfD, criado em 2013, surgiu na Câmara dos Deputados em 2017 e é a principal força da oposição aos conservadores liderados pela chanceler Angela Merkel e os social-democratas no poder.

O partido deve seu apoio eleitoral os seus posicionamentos contra a política migratória de Merkel, mas está atualmente muito dividido internamente e perdeu força, segundo as últimas pesquisas.

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