"Desejo rezar pela Nigéria, tristemente ensanguentada por um massacre terrorista", disse o pontífice no final da audiência geral desta quarta, aludindo aos civis "brutalmente assassinados" em um ataque jihadista.

"Que Deus (...) converta o coração daqueles que cometem tais horrores que ofendem gravemente seu nome", suplicou.

A Nigéria sofre a violência de uma insurgência extremista há mais de uma década, de acordo com um balanço das Nações Unidas.

Homens armados chegaram em motocicletas e lançaram um brutal ataque contra homens e mulheres que trabalhavam nos campos de Koshobe, relatou o coordenador humanitário da ONU na Nigéria, Edward Kallon, em um comunicado.

"Pelo menos 110 civis foram cruelmente mortos, e muitos outros ficaram feridos", afirmou Kallon, que classificou o ataque como o mais sangrento cometido contra civis este ano nessa região.

O conflito na Nigéria deixou mais de 36.000 mortos e forçou dois milhões de pessoas a fugirem de suas casas.

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