Com o decreto assinado pelo pontífice, o padre é considerado um "mártir" da igreja católica, tendo sido morto por motivos de fé.

De acordo com as regras, o próximo passo após ser declarado "mártir" é a beatificação, já que não é necessário provar que ele intercedeu um milagre.

Oros, sacerdote da Eparquia (circunscrição eclesiástica) de Mukachevo, na Ucrânia, nasceu em 14 de julho de 1917 na cidade de Biri, na Hungria, em uma família profundamente cristã e com um pai padre greco-católico.

A partir de 1948 a pressão para ele fazer parte da Igreja Ortodoxa Russa se intensificou, mas ele se opôs. Ele foi banido em 1949 das atividades pastorais e todas as igrejas greco-católicas foram fechadas.

Já em 1953 foi preso e morto por um policial na estação ferroviária da cidade de Siltse, na União Soviética.

Imediatamente considerado um mártir, seu corpo permaneceu escondido até a desintegração da União Soviética, segundo a biografia divulgada pelo site Digital Religion.

Francisco também aprovou as "virtudes heroicas", dando o primeiro passo para continuar o processo de beatificação do padre colombiano Jesús Antonio Gómez Gómez e do espanhol Juán Sánchez Hernández.

O colombiano, nascido em 26 de março de 1985 na cidade de El Santuario, faleceu no dia 23 de março de 1971 em Medelín, na Colômbia.

Já o espanhol Sánchez nasceu em 1902 e faleceu no ano de 1975. Ele foi sacerdote da Sodalício dos Sacerdotes Operários Diocesanos do Coração de Jesus e diretor espiritual entre 1938 e 1943 do Pontifício Colégio Espanhol de São José, em Roma, cuja vida "se caracterizou pelo anseio de santidade, que ele buscava para si mesmo e para as almas que lhe foram confiadas".

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