Aos gritos de "Armênia sem Nikol!" e "traidor!", os manifestantes bloquearam a circulação de veículos e paralisaram o metrô da capital, enquanto a polícia realizou dezenas de prisões, constatou uma jornalista da AFP.

Outro símbolo da pressão que aumenta sobre Pachinián após o difamado acordo de cessar-fogo com o Azerbaijão, é que a influente primazia da Igreja apostólica armênia, Catolicos Guaregin II pediu nesta terça-feira ao primeiro-ministro que renuncie para "evitar acontecimentos trágicos" diante das "tensões crescentes na sociedade".

Na semana passada, 17 partidos da oposição deram a Pachinián um prazo até segunda-feira para abandonar o poder e propuseram que Vazguen Manukián assuma o cargo.

Pachinián, de 45 anos, que assumiu em 2018 graças a uma revolução pacífica, e que se apresentava como um reformador, foi muito criticado desde a derrota das forças armênias contra as azerbaijanas em Nagorno Karabakh.

Um acordo assinado sob a mediação de Moscou em 9 de novembro, que concedeu territórios ao Azerbaijão.

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