"Desde o início do Conselho (de Direitos Humanos) sobre Belarus, não aconteceu nenhuma melhora na situação humanitária no país. Ao contrário, continuou se deteriorando, em particular nas últimas semanas a respeito do direito de celebrar reuniões pacíficas", disse Bachelet.

Belarus é cenário de uma luta de poder, com grandes manifestações a cada semana contra o presidente Alexander Lukashenko, reeleito em eleições consideradas fraudulentas pela oposição.

Bachelet destacou que as penas impostas aos manifestantes "estão se tornando mais severas" e expressou "grande preocupação com as violações sobre a forma como as forças de segurança utilizam a força", que considera "desproporcional".

"Também temos muitas informações confiáveis de pessoas que foram agredidas pelas forças de segurança durante e depois de seu transporte para delegacias ou centros de detenção. Se confirmados, estes incidentes equivalem a maus-tratos ou mesmo tortura", disse aos diplomatas.

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