"A OMS amplia sua resposta para entregar ajuda sanitária a cerca de 200.000 pessoas que precisam" no enclave palestino, informou em um comunicado seu escritório encarregado do Mediterrâneo oriental.

Entre 10 e 24 maio, 254 palestinos morreram por ataques israelenses em Gaza, dos quais 66 eram crianças. Em Israel, os disparos de foguetes e mísseis anti-tanque de Gaza causaram 12 mortes, incluindo uma criança, uma adolescente e um soldado.

A OMS estima que este conflito provocou o deslocamento de mais de 77.000 pessoas, e que 30 instalações sanitárias foram danificadas.

"A vida dos palestinos se deteriora. Muitas pessoas afetadas pelo conflito têm necessidades urgentes e devem enfrentar outras ameaças sanitárias como a covid-19", declarou Rik Peeperkorn, chefe do escritório da OMS para Gaza e Cisjordânia.

A OMS já ajuda com medicamentos "mais de 2.000 feridos" durante o recente conflito, explicou o especialista, que pediu "um acesso sem restrições para a ajuda humanitária e para o desenvolvimento, assim como para as equipes em Gaza", onde vivem cerca de dois milhões de palestinos.

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