O juiz Nicholas Garaufis, do tribunal do Brooklyn, em Nova York, pediu às autoridades que permitissem que migrantes que aspirassem a ter cobertura se inscrevessem no programa, opondo-se a uma decisão que o limitava a beneficiários já inscritos.

De acordo com o centro de estudos para o progresso americano (CAP), que defende o programa, quase 300.000 pessoas a mais poderão se beneficiar da decisão da justiça.

Este é o mais recente revés de Trump no caso "Dreamers".

A Suprema Corte já o havia proibido em junho de encerrar esse status de proteção, julgando sua decisão "caprichosa" e "arbitrária".

E o juiz Garaufis já havia cancelado em meados de novembro uma decisão do secretário de Segurança Nacional, Chad Wolf, que restringia o acesso ao programa e limitava a um ano, contra dois anteriormente, a renovação do status de beneficiário.

O presidente eleito, Joe Biden, prometeu reimplementar este programa assim que assumir o cargo em 20 de janeiro.

Aproximadamente 700.000 pessoas são beneficiadas pelo programa, a maioria oriunda da América Latina.

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