Dos 19 ministérios, as mulheres ocuparão dez, incluindo o das Relações Exteriores.

Não é a primeira vez que 53% dos ministérios vão para mulheres no país. Em 2005 e em 2013, a situação foi a mesma, durante um curto período de tempo, quando o hoje chefe da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, era primeiro-ministro.

O novo governo reúne os trabalhistas e o partido de Centro.

A nova coalizão inicia sua jornada em um país em choque, após o ataque cometido na quarta-feira (13) por um homem armado com arco e flechas, em Kongsberg (sudeste). Cinco pessoas foram mortas.

Segundo a polícia, o agressor era um dinamarquês de 37 anos convertido ao islamismo e que já era suspeito de ter-se radicalizado.

Outra peculiaridade é que o novo governo terá dois sobreviventes do massacre na ilha de Utøya. Na tragédia, o extremista de direita Anders Behring Breivik matou 69 pessoas em 2011, durante um encontro da juventude trabalhista.

No total, os episódios de 2011 deixaram 77 mortos no país, já que oito pessoas morreram em outro ataque de Breivik em Oslo. Neste, o alvo era a sede do governo.

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