Segundo os termos do acordo nuclear iraniano assinado em 2015 em Viena, que Paris, Berlim e Londres tentam preservar apesar da saída dos Estados Unidos, o Irã não está autorizado a utilizar centrífugas tão sofisticadas.

Os três países europeus pediram a Teerã que "não coloque em risco a importante oportunidade de volta à diplomacia que representa a chegada da nova administração americana".

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que é favorável a um retorno do país ao acordo, caso as autoridades iranianas "respeitem de maneira estrita" os limites impostos a seu programa nuclear.

O acordo foi assinado em 2015 e contemplava o gradual desmantelamento do programa nuclear iraniano em troca do progressivo cancelamento das sanções econômicas contra Teerã.

Mas o acordo ficou à beira do colapso com a decisão do presidente americano, Donald Trump, de sair do pacto e do consequente retorno das sanções.

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