"Me sinto satisfeita de que os americanos tenham indicado claramente que mudaram sua política em 2014 sobre a vigilância dos aliados, e que querem cooperar conosco e com outros", explicou a primeira-ministra norueguesa, Erna Solberg, citada pela agência NTB.

Por sua vez, o ministro da Defesa, Frank Bakke-Jensen, disse no Twitter: "nós dissemos claramente que espionar aliados é inaceitável e desnecessário".

A embaixada americana carece de embaixador no momento, seu encarregado de negócios é Richard Riley.

A emissora pública dinamarquesa Danmarks Radio (DR) e outros veículos de imprensa europeus afirmaram no domingo que a Agência de Segurança Nacional americana (NSA) fez escutas usando cabos submarinos dinamarqueses, entre 2012 e 2014.

Durante esse período, espionaram principalmente os líderes políticos da França, Alemanha, Noruega e Suécia, entre eles a chanceler alema Angela Merkel.

Essas informações sobre espionagem aos aliados surgiram a partir do caso Snowden, em 2013, e depois dessas últimas revelações Paris, Berlim e outras capitais europeias exigiram explicações da Dinamarca na segunda-feira.

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