"A Nigéria não pratica nenhuma violação da liberdade religiosa e não tem uma política de perseguição" a esse respeito, disse o ministro da Informação, Lai Mohamed, em um comunicado.

"As vítimas da insegurança e do terrorismo são os cristãos, os muçulmanos e outras religiões", frisou, lembrando que a liberdade religiosa é garantida pela Constituição nigeriana.

"O apoio dos EUA à liberdade religiosa é inabalável", alertou em um tweet Mike Pompeo, Secretário de Estado do país americano, que acrescentou a Nigéria à lista negra, junto com outros países que já estavam listados em 2019: Arábia Saudita, Birmânia , China, Coreia do Norte, Eritreia, Irã, Paquistão, Tajiquistão e Turcomenistão.

A Nigéria, com 200 milhões de habitantes, está dividida quase igualmente entre o norte muçulmano e o sul cristão, e em ambas as áreas o ateísmo é muito mal visto.

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