A informação publicada pelo jornal The Guardian que garante que, segundo a polícia francesa, estavam entre as 27 vítimas, mulheres grávidas e três crianças.

Sabe-se ainda que dois dos sobreviventes do sexo masculino, um iraquiano e um somali, estavam a ser tratados por exaustão e hipotermia num hospital em Calais.

Uma investigação criminal foi aberta pelas autoridades de Lille, sendo que quatro homens são suspeitos de “envolvimento direto” na tentativa de travessia e foram presos ontem. Hoje de manhã, um quinto homem foi detido.

As autoridades locais de Lille confirmaram que 17 homens, sete mulheres e três adolescentes, dois rapazes e uma menina, morreram no desastre no Canal da Mancha.

O ministro do Interior francês disse no Twitter que "as 27 mortes de ontem são uma tragédia absoluta. Todos os dias lutamos para derrotar o tráfego humano e proteger vidas. Desde o início do ano, 7.800 pessoas foram resgatadas no mar pelas nossas forças de segurança e socorro em condições extremamente difíceis".

Também o primeiro ministro inglês Boris Johnson manifestou a sua tristeza. "Estou chocado e profundamente triste com a perda de vidas no mar no Canal da Mancha", reagiu, através das redes sociais.

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