"Com Hans Küng, perdemos o impressionante e carismático criador da Fundação e um mestre do pensamento visionário por um mundo mais justo e pacífico", disse ele em um comunicado.

Küng, nascido em 19 de março de 1928, na Suíça, foi Professor Emérito de Teologia Ecumênica na Universidade de Tübingen (sudoeste). Em 2013, ele se aposentou da vida pública por motivos de saúde.

Sua fundação não especificou a causa da morte desse que promovia o diálogo entre as religiões e é autor da obra "Ética Mundial na América Latina".

Em 1979, o Vaticano proibiu Hans Küng, um dos mais jovens participantes do Concílio Vaticano II, de ensinar teologia católica após uma controvérsia sobre o dogma da "infalibilidade" do papa.

Mais recentemente, em 2010, o teólogo exigiu que o Papa Bento XVI assumisse um "mea culpa" pela forma como os casos de pedofilia foram acobertados durante décadas.

Hans Küng também acusou a atitude do pontífice emérito alemão, abalado por uma série de revelações sobre abusos sexuais cometidos no passado por membros do clero.

O teólogo suíço celebrou em 2013 a eleição do Papa Francisco argentino como "a melhor escolha possível (...), já que é um latino-americano de mente aberta".

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