Antes do amanhecer, funcionários da cidade começaram a retirar as barreiras de concreto que bloqueavam o acesso a esse lugar onde Floyd morreu asfixiado pelo joelho de um policial branco em 25 de maio de 2020.

Os operários instalaram painéis para criar uma rotunda em torno da estátua de um punho erguido que foi colocada no centro da renomeada "Praça George Floyd".

Durante mais de um ano, ativistas ocuparam o local com a exigência de que só fosse reaberto quando a polícia reformar seus procedimentos. Na manhã desta quinta-feira, membros de uma associação local de moradores estavam lá para apaziguar a tensão.

O local se tornou um símbolo das fraturas causadas pelo racismo e a opressão dos cidadãos negros nos Estados Unidos, e conta com vários murais, um jardim e outras instalações. Mas também é um lugar perigoso onde a polícia não é bem-vinda.

Os tiroteios são frequentes, especialmente de noite, e causaram doze mortes e feridos na região, segundo as autoridades.

A polícia não está envolvida na operação de reabertura do cruzamento.

A cidade "está ocupada em preservar as obras de arte e objetos" do lugar, disse a vereadora Sarah McKenzie.

As autoridades queriam reabrir o trânsito no local, mas esperaram até o final do julgamento do agora ex-policial Derek Chauvin, que foi condenado em abril pela morte de Floyd.

Para colaborar na recuperação da região, a família de Floyd prometeu fornecer 500.000 dólares dos 27 milhões que receberá da cidade como indenização.

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