"Messi está bem e quando está conosco se sente muito melhor e esperamos que continue assim", afirmou o treinador em uma breve coletiva de imprensa no aeroporto de Ezeiza (sul de Buenos Aires), ao chegar ao país.

O atacante e capitão da Argentina vive uma crise no time catalão. A sua relação com o ex-presidente do Barça, Josep María Bartomeu, não é nada boa e ele tentou, sem sucesso, deixar o clube azulgrana no ano passado.

A justiça deu a ele algum motivo com a recente batida no clube e a prisão de Bartomeu e outros executivos. Eles são acusados de terem contratado uma empresa para promover campanhas difamatórias em redes sociais contra Messi, Gerard Piqué e outras figuras da entidade.

A Argentina (10 pontos) joga no dia 26 de março em casa contra o Uruguai (que tem 6) pelas eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar-2022, e quatro dias depois visita o Brasil (líder com 12 pontos). Será pela quinta e sexta rodada, respectivamente.

"Será uma rodada dupla difícil, como são todas. Este tem a particularidade de estarmos contando contando com os jogadores e vamos ver como vão chegar", disse Scaloni.

Ao comentar alguns casos, ele falou sobre o atacante Sergio Agüero. Segundo o técnico, "a boa notícia é que ele pode jogar e não enfrenta problemas nos joelhos e espero que possa pegar ritmo" no Manchester City.

"Sabemos que ele não vai chegar 100%, mas temos que tomar a decisão", se estará ou não na lista de convocados, disse Scaloni sobre 'Kun' Agúero.

Ao se referir ao caso do meia-atacante da Juventus, Paulo Dybala, disse que "não conseguem encontrar a solução para sua dor no ligamento lateral (do joelho esquerdo)".

"Espero que com o tratamento que estão fazendo possa estar da melhor maneira, mas será difícil que seja nesta data, porque logicamente não está bem", admitiu o técnico.

Scaloni vai anunciar a lista de convocados no próximo domingo.

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