No momento, não foram divulgados detalhes sobre o acordo entre as duas empresas americanas.

O presidente Biden falará à tarde sobre a crise da saúde.

Este anúncio poderia aumentar substancialmente o número de doses distribuídas desta vacina nos Estados Unidos.

O imunizante da Johnson & Johnson foi liberado para uso emergencial no país no final da semana passada.

Pouco antes, ao referir-se ao ritmo da campanha de vacinação nos Estados Unidos, Biden havia declarado que em março "seriam feitos avanços ainda mais rápidos nas vacinas", sugerindo que, além da autorização para o novo imunizante, haveria novos anúncios.

A Johnson & Johnson prometeu, por enquanto, 100 milhões de doses aos Estados Unidos antes do final de junho.

Cerca de 3,9 milhões de doses já estão sendo distribuídas esta semana, declarou na segunda Jeff Zients, coordenador da equipe encarregada do combate à covid-19 na Casa Branca. Cerca de 16 milhões a mais serão enviadas até o final de março, disse.

No final de janeiro, a Merck anunciou que estava interrompendo seus dois projetos de vacinas anticovid, incluindo a que desenvolvia em conjunto com o Instituto Pasteur, na França, por não ter obtido resultados convincentes nos primeiros ensaios.

Um acordo semelhante já foi firmado entre a Sanofi e a aliança Pfizer/BioNTech, pelo qual o laboratório francês produzirá milhões de doses de sua concorrente, dada a atual impossibilidade de comercialização da sua própria.

jca-la/rle/rs/mls/mr

JOHNSON & JOHNSON

PFIZER

BioNTech

MERCK & CO

SANOFI

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