O jornal The Times noticiou que, em outubro de 2018, Jason Knauf, então secretário de comunicações de Harry e Meghan, apresentou uma queixa de assédio moral, no local de trabalho.

Como resultado, um porta-voz da Duquesa de Sussex afirmou que ela está "triste com este último ataque à sua pessoa, especialmente como sendo uma pessoa que foi assediada e está profundamente envolvida no apoio àqueles que tiveram sofrimento e traumas".

Meghan "está decidida a continuar seu trabalho para defender a compaixão em todo o mundo e continuará a se esforçar para liderar pelo exemplo para fazer a coisa certa", acrescentou.

Os advogados do casal disseram ao The Times que o jornal estava "sendo usado pelo Palácio de Buckingham para vender uma história completamente falsa" antes da transmissão, marcada para domingo, de uma entrevista altamente esperada de Harry e Meghan para a estrela da televisão americana, Oprah Winfrey.

Esta entrevista gera grande expectativa no Reino Unido, onde a imprensa e especialistas reais aguardam as possíveis revelações do casal, que deixou claro seu desconforto dentro da família real antes de deixá-la no ano passado, provocando um escândalo.

Segundo trechos já divulgados, o príncipe de 36 anos, neto da Rainha Elizabeth II, afirma que sua "grande preocupação era que a história se repetisse", aparentemente referindo-se à morte de sua mãe, a princesa Diana, falecida em um acidente de carro em Paris enquanto tentava escapar dos paparazzi, em 1997.

Harry, sexto na ordem de sucessão à coroa britânica, denunciou repetidamente a pressão da imprensa sobre sua esposa e fez disso o principal motivo de sua saída da família real, desde abril de 2020.

Sua decisão de abandonar seus deveres dentro da monarquia e se mudar para os Estados Unidos com sua esposa, a ex-atriz de televisão americana de 39 anos, abalou a coroa britânica.

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