A greve, liderada pela Associação Nacional de Residentes (NARD), que representa 40% dos médicos nigerianos, começou após vários dias de conversas malsucedidas com as autoridades.

A Nigéria, país de 200 milhões de habitantes, tinha 42.000 clínicos gerais registrados em 2019, de acordo com a Associação Médica Nigeriana (NMA), ou seja, dois médicos para cada 10.000 pessoas.

Quando ocorreram os primeiros casos de coronavírus no país, Francis Faduyile, presidente da NMA, especificou que entre "70% e 80% das instituições públicas de saúde não tinham água encanada ou limpa o suficiente para lavar as mãos".

As autoridades afirmam que a greve pode desestabilizar ainda mais o sistema de saúde, já pressionado pela crise de coronavírus, que já causou mais de 162 mil infecções e 2 mil mortes.

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