França e Egito se mantêm "unidos" para construir um "espaço de civilização" em que "não exista lugar para as sentenças de morte e os discursos de ódio quando simplesmente se expressam as liberdades", disse Macron.

A França tem sido alvo de boicotes e manifestações no mundo muçulmano depois que Macron defendeu a liberdade de expressão após o assassinato em outubro de um professor por mostrar caricaturas do profeta Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão.

O presidente egípcio lembrou que seu país condenou o assassinato do professor Samuel Paty, realizado por um refugiado russo checheno radicalizado, assim como o Cairo "condena qualquer ataque terrorista", disse.

Ele reconheceu que "os homens têm o direito a ter a religião que quiserem e a rejeitar o que quiserem".

Mas disse que se preocupa com o risco de que "ao comparar os valores humanos que aceitamos e respeitamos com os valores da religião, milhões de pessoas sejam prejudicadas".

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