O maior grupo aéreo europeu informou que espera novas perdas em 2021, mas menores que as do exercício fiscal anterior, pois calcula alcançar entre 40% e 50% da oferta prévia à pandemia.

Porém, ao destacar o longo caminho para a recuperação, a empresa, que em 2020 operou com 31% de sua capacidade, prevê retornar a 90% da oferta de 2019 em "meados da década".

Depois do fechamento de fronteiras para conter a primeira onda de contágios, a empresa enfrentou um futuro incerto.

Em junho, o governo alemão ajudou a empresa com a concessão de 9 bilhões de euros (10,85 bilhões de dólares) de liquidez em troca de uma participação de 25%.

"O ano passado foi o mais difícil da história de nossa empresa: para nossos clientes, funcionários e acionistas", disse o diretor executivo da Lufthansa, Carsten Spohr.

A companhia espera a recuperação da demanda no verão (hemisfério norte) com o avanço da vacinação e o aumento das capacidades de diagnóstico com testes.

"Os certificados digitais de vacinação e testes, reconhecidos internacionalmente, devem substituir as proibições de viagens e a quarentena", destacou Spohr.

ys/tjc/fp

Lufthansa

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