Este novo pacote, anunciado durante a cúpula da Otan em Madri elevará a ajuda total fornecida a Kiev desde a invasão russa em 24 de fevereiro a 2,3 bilhões de libras, informou o gabinete do primeiro-ministro, Boris Johnson.

A ajuda inclui "sofisticados sistemas de defesa aérea, veículos aéreos não tripulados, equipamentos de guerra eletrônica novos e inovadores e milhares de peças de material vital para os soldados ucranianos", acrescenta o comunicado.

Este será um "primeiro passo" que permitirá à Ucrânia ir além de sua "defesa corajosa" contra a invasão para "montar operações ofensivas" com o objetivo de recuperar o território.

Johnson disse que os ataques do presidente russo, Vladimir Putin, são "cada vez mais bárbaros" porque não "consegue os avanços que tinha antecipado e esperava, e a inutilidade desta guerra é manifesta para todo o mundo".

"As armas, o equipamento e a formação do Reino Unido estão transformando as defesas da Ucrânia contra esta investida", acrescentou no comunicado.

"E continuaremos apoiando firmemente o povo ucraniano para garantir que Putin fracasse na Ucrânia", prosseguiu.

A Grã-Bretanha foi um dos primeiros países a proporcionar ajuda militar letal à Ucrânia em resposta à invasão russa, como mísseis antitanque, e participou ativamente do treinamento de soldados ucranianos.

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