A Corte rejeita, assim, uma ação judicial sobre um potencial conflito de interesses e declara que sua posição "permanece intacta".

A oposição acusa o chefe do governo de ter continuado a viver "ilegalmente" na residência do comandante em chefe do Exército, depois de deixar o cargo na esteira do golpe de 2014 que o colocou no comando do país.

Desde então, Prayut Chyan-O-Cha foi legitimado em uma eleição polêmica em 2019.

Dezenas de milhares de manifestantes pró-democracia exigem, desde o verão, a renúncia do primeiro-ministro, a revisão da Constituição, considerada muito favorável ao Exército, e uma reforma completa da monarquia.

Nesta quarta-feira, uma nova manifestação está prevista para acontecer nas ruas de Bangcoc.

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