"Há mais de um mês, o Tribunal Supremo se pronunciou sobre o caso e o veredicto do tribunal revolucionário foi confirmado", declarou o porta-voz da Autoridade Judicial, Gholamhosein Esmaili.

Zam viveu exilado na França durante vários anos, antes de ser detido pela Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, em circunstâncias obscuras.

A detenção foi anunciada em outubro de 2019, mas o Irã não explicou onde e quando aconteceu. A justiça acusou o opositor de estar "dirigido pelo serviço de inteligência francês" e ser apoiado pelos serviços secretos dos Estados Unidos e de Israel.

Zam, que tinha o status de refugiado na França, dirigia um canal na plataforma de mensagens Telegram, com o nome Amadews. Ele foi declarado culpado de participação ativa nos protestos do fim de 2017 e início de 2018.

Ao menos 25 pessoas morreram na mobilização, que aconteceu em dezenas de cidades iranianas entre 28 de dezembro de 2017 e 3 de janeiro de 2018. Teerã chamou o movimento de "sedicioso", criado para protestar contra a carestia.

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