Os jovens são: Marcos Alfonso Breto (19 anos, condenado a 9 anos); Yensy Machado González (18, condenado a 7); Frank Daniel Roy (19, condenado a 9); Emiyoslan Roman Rodríguez (18, condenado a 7), segundo a ONG Cubalex, com sede nos Estados Unidos.

Uma publicação da Cubalex em sua conta no Twitter informa que os jovens, moradores do bairro La Güinera, em Havana, foram libertados "a partir de uma cassação", um recurso legal apresentado pela defesa visando anular a sentença.

Em La Güinera e na esquina de Toyo, ambas na capital cubana, foram registrados os confrontos mais fortes entre manifestantes, policiais e simpatizantes do governo comunista.

"Mas eles não foram liberados, eles têm mudanças nas medidas", já que um está em prisão domiciliar e os outros em trabalhos correcionais, explicou a ativista Martha Beatriz Roque à AFP.

Nos dias 11 e 12 de julho do ano passado, ocorreram as maiores manifestações antigovernamentais de Cuba em 60 anos, quando milhares saíram às ruas em dezenas de vilas e cidades da ilha.

Os protestos deixaram um morto, dezenas de feridos e 1.395 detidos, dos quais 728 ainda estão presos, segundo o último levantamento da Cubalex.

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