"Depois de mais de seis meses de trabalhos, ONU anunciou ter recebido os fundos", disse no Twitter o embaixador do Irã na organização, Majid Takht Ravanchi.

O diplomata culpou as "sanções ilegais dos Estados Unidos" pela demora em saldar a dívida. "Não só privaram nosso povo de medicamentos, também impediram o Irã de pagar sua dívida com a ONU", acrescentou.

Estas dívidas levaram a ONU a tirar do Irã, em janeiro, seu direito ao voto.

Um funcionário da ONU disse que os recursos chegaram principalmente de uma conta iraniana em Seul, cuja movimentação estava bloqueada por sanções dos Estados Unidos. A ONU, o Irã, a Coreia do Sul e os Estados Unidos discutiram durante meses a liberação desta conta de forma que Teerã pudesse honrar sua dívida.

Ao recuperar seus direitos, o Irã pôde votar na Assembleia Geral que escolheu nesta sexta os cinco membros não permanentes para o período 2022-2023: Emirados Árabes Unidos, Brasil, Albânia, Gabão e Gana.

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