De acordo com a organização de direitos humanos Anistia Internacional, Ahmadreza Djalali seria transferido para a prisão de Karadj - onde a execução está marcada - na terça-feira.

De acordo com sua esposa, porém, a transferência ainda não ocorreu.

Segundo Vida, o adiamento estaria relacionado a "questões políticas" no Irã.

Djalali, que trabalhava no Instituto Karolinska, uma escola de medicina de Estocolmo, foi detido durante uma visita ao Irã em abril de 2016.

Ele foi acusado de ter transmitido ao serviço de Inteligência israelense informações sobre dois responsáveis pelo programa nuclear iraniano mortos entre 2010 e 2012.

Durante sua detenção, a Suécia lhe concedeu nacionalidade sueca em fevereiro de 2018, poucos meses depois que o Supremo Tribunal iraniano confirmou sua condenação à pena capital.

Djalali afirmou que foi condenado por se negar a espionar para o Irã enquanto trabalhava na Europa.

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