Thomas Connally, 57, de Snowshoe, na Virgínia Ocidental, se declarou culpado de enviar ameaças por e-mail entre dezembro de 2020 e julho de 2021, informou o escritório do procurador dos Estados Unidos para Maryland.

Em uma das mensagens enviadas, Connally alertava Fauci e sua família que seriam "arrastados até a rua, espancados até a morte e queimados", segundo um comunicado.

Na quinta-feira, a juíza federal Paula Xinis condenou Connally a 37 meses de prisão e mais três anos de liberdade condicional.

"Todo mundo tem o direito de discordar, mas não tem o direito de ameaçar a vida de um funcionário federal", disse o procurador distrital de Maryland, Erek Barron. "Ameaças como essas serão processadas em toda a extensão da lei."

Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, que faz parte dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), é o principal conselheiro de saúde do presidente Joe Biden e tem sido o rosto visível da resposta do governo americano à pandemia.

Connally também admitiu ter enviado e-mails ameaçadores ao então diretor do NIH, Francis Collins, por defender publicamente a necessidade de vacinas contra a covid-19.

Fauci, 81, que vive sob proteção policial após receber ameaças de morte e assédio, anunciou que planeja se aposentar no final do atual mandato de Biden.

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